quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Linguine com camarão e óleo de limão

Mais uma receita do marido, porque eu sou uma das cinco pessoas do mundo que não comem camarão. Não gosto do cheiro, da textura, e há algo naqueles bichinhos que me lembram demais alguns insetos nojentos que eu jamais comeria (é maluquice minha, eu sei, mas cada um com seus traumas né?). Embora esta receita me pareça tão leve e saborosa que, se eu comesse camarão, seria este o prato escolhido.


Ingredientes:

1/2 xícara de azeite de oliva do bom
raspas e suco de 2 limões sicilianos, separados
1 pacote de linguine
2 chalotas cortadinhas
2 dentes de alho também cortadinhos
400g de camarão congelado
1/3 xícara de manjericão

Preparo:

A primeira coisa que se deve fazer é uma infusão do azeite de oliva com as raspas de um limão. Reserve. Cozinhe a massa em água fervente e, enquanto isso, leve as chalotas e alho para fritar numa frigideira grande com um fio de azeite. Depois acrescente o camarão congelado e deixe cozinhar por mais uns cinco minutos, até o camarão ficar cor de rosa. Acrescente o suco de um limão e o restante das raspas, sal e pimenta a gosto, e coloque a massa cozida na frigideira. Desligue o fogo e mistura bem tudo. Acrescente o manjericão e o óleo de limão (se não quiser um gosto muito acentuado, passe o óleo num coador. Fica bom também com folhas de rúcula incorporadas à massa.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Presentes de comer


Minha sogra chegou ontem para nos visitar trazendo na mala alguns presentinhos de comer (e outros de enfeitar a cozinha). Entre chocolates e uma garrafa de cachaça, vieram alguns livros que circularam pelas mãos e bocas de muitos blogs culinários brasileiros e que agora finalmente poderei ler também. Este foi um presente de mães (comprado pela mãe e entregue pela sogra). Ah! se eu sumir daqui nos próximos dias, é porque estarei testando na sogra algumas das receitas que já apareceram por aqui...

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Cozinha nova

Deu um trabalho monstruoso e tivemos que comer fora dois dias seguidos, mas valeu a pena. A cozinha ficou como nova (menos alguns retoques que ficarão para outro dia). Mal posso esperar para ver o que vai sair daí de agora em diante.


quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Cozinha interditada



Porque eu achei que era hora de variar aquele azulão e amarelão. Mas eu tinha esquecido como dá trabalho pintar uma cozinha deste tamanho!

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Fajitas


Um peito de frango cortado em tiras e temperado com alho, sal e pimenta cayenne + tiras de pimentão vermelho + rodelas de cebola na grelha + guacamole feita em casa + sour cream comprado pronto + tortilhas integrais quentinhas + mix de queijos cheddar e monterey jack ralados + cerveja bem gelada, e tem-se uma noite de fajitas.

domingo, 9 de setembro de 2007

Steak au poivre

Fiz esse tradicional filé com molho de pimenta para acompanhar as batatas gratinadas, já que o clima da refeição era francês. O filé é super simples de fazer, basta fritar numa frigideira com um pouco de manteiga em fogo alto por não mais que seis minutos (o tempo depende da expessura da carne e da vontade do freguês; eu gosto bem mal-passado).

Depois de pronto, cubra os filés com papel alumínio para manter a temperatura. Na panela em que foi frita a carne, jogue um pouco de vinho tinto, umas pimentinhas verdes e um pouco de creme de leite e deixe reduzir até ficar grosso. Eu achei o molho com gosto (e cor) muito acentuado de vinho, da próxima vez vou diluir um pouco em caldo de carne. Mas essas pimentinhas verdes são realmente deliciosas, e um acompanhamento perfeito para as batatas.

Batatas gratinadas

Essa eu aprendi com a Julia Child. Batatas gratinadas ao estilo francês, ou “gratin dauphinois”, são deliciosas e não precisam de molho branco nem nada disso. Só batatas, um pouco de leite ou creme de leite fresco, queijo ou manteiga (ou os dois). A cremosidade vem do próprio amido das batatas. O segredo está em cortar as batatas em fatias bem finas, e o melhor para isso é usar a lâmina de fatiar do ralador ou aqueles fatiadores por aqui chamados de “mandoline”.

Depois de fatiar as batatas, é bom colocá-las em molho em água gelada por um instante para que não grudem umas nas outras (a água também evita que as batatas fiquem escuras). Enquanto isso, leve um copo de leite ou creme de leite fresco para esquentar com bastante sal e pimenta (também usa-se um pouco de noz moscada, mas eu não tinha). Pegue um dente de alho e corte ao meio. Esfregue o dente cortado no fundo de um refratário raso para dar um aroma às batatas, depois jogue o dente (picado, se quiser gosto menos forte de alho deixe inteiro e retire-o depois) no leite.

Antes do leite começar a ferver, desligue o fogo e coloque-o no refratário. Depois coloque as batatas (que a esta altura já foram escorridas e secas) arrumando em camadas. Finalmente, coloque pedacinhos de manteiga por cima para que o topo fique corado (eu usei um pouco de parmesão ralado que fez o mesmo efeito). Leve ao forno médio por 25 minutos, ou até as batatas ficarem bem macias e o topo dourado.